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Aprende-se a viver e a sonhar na diversidade e no infinito, vive-se aprendendo o que a vida nos ensina sem nunca chegar a saber. Um dia o sonho termina

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janelasdamaria@gmail.com

Mesa e Território do Litoral Alentejano 

Confraria " Mesa e Território" Litoral Alentejano

Temos como fonte inspiradora o conceito da Cozinha Mediterrânica. Procuramos vincular ao futuro da Confraria modos construtivos de desenvolvimento articulados entre Confrades e o "Clube Mesa e Território" que abrange todo o Litoral Alentejano.

 

 

Sugiro que visite o grupo da Confraria que representa sem dúvida, um modo de estar e fazer: 

Confraria " Mesa e Território" Litoral Alentejano

 

 Pela gastronomia se espelha hábitos e costumes tradicionais, tal como se mostra valores defendidos para preservar a entidade regional e a autenticidade da sua tradição.

Hoje a comida e o vinho é uma associação indissociável no critério gastronómico.

Mesa e Território do Litoral Alentejano é uma Confraria Enogastronómica

 

Se  gosta de consultar receitas 

encontre neste site a verdadeira gastronomia Portuguesa 

:Horadabuxa-Gastronomia 

 

 

ARTES PLASTICAS

VER MENU

 

 

  

Encante-se ou Desencante-se

Nem tudo é o que parece. 

 
 
 

   Não fiquem inertes

A inercia e o marasmo da sociedade civil leva-nos às maiores assimetrias dos direitos cívicos. 

Nos deveres, existem  muitos controladores a regularem as normas instituídas.

Sejamos proativos.

 

 

Seleção do Mês

Artes Plásticas 

Seleção da PaLavrando 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

 

 

 

 

 

https://www.artmajeur.com/pt/isaper/artworks
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Literatura  

 
 

 

 

Escolha e sugestão 

de leitura

Propostas 

 da Maria  

 

 
 

 

 

 

José Luís Peixot

 
 
  Convite  1 - Conto Castiço/ A Vida impõe à maioria das pessoas mergulhos nas prioridades quase sempre relacionados com a subsistência e obrigações que nos são ditadas desde crianças....assim seguimos o percurso das nossas vidas, porem...

 

 
https://youtu.be/B-gS9X0u0hA
 
https://youtu.be/iZA89GoN51k

Academia & Artesania - Home | Facebook

Clube PaLavrando - Viajantes do Comboio Utópico | Facebook

Maria Fernanda Calado | Facebook

 

Ideias & Produções Populares - Arts & Entertainment 

t
 
 

       Rubrica mensal 

Voz Popular no Singular 

 

 

 

 

 

A Inteligência da mão

 
 
 
 
 

 

)Confrafria dos Saberes e Sabores  

Parceira da PaLavrando na área da:

GASTRONOMIA

 

veja no Menu : CONFRARIA  cocheça-nos 

 
https://youtu.be/LZtZmITErmM
 
 
https://youtu.be/YQDZAPXUUvM
 
https://youtu.be/uY8VH6U5zJ4
 
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Receitas selecionadas consulte: 

 

Prosa Gulosa - Home | Facebook

 
 

Gastronomia, e seus derivados é por aqui mesmo! 

Consultem este Jornal  Virtual

Jornal Sabores

https://jornalsabores.com/redondo-feijao-com-poejos-e.../
 
 
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INFORMAÇÃO GENERICA 

O Blogue centraliza todo o tipo de informação.

A nossa seleção assenta no que se entende fazer parte do dia a dia do cidadão.

 

Favorecemos a informação pesquisamos para SI, 

 
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Convivio do Clube PaLavrando 

Porque o Chá apela ao convivio,é saudável e ajuda à reflexão

RITUAL DO CHÁ

Chá das Cinco nos encontros da PaLavrando

Porque o ritual do chá apela ao convivio, é saudável e ajuda á reflexão aqui vai a sua história
 

Origem e princípios da Cerimônia do Chá no Japão - Mundo ...

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

MEZINHAS CASEIRAS - menu .

                     Porque pensamos em Si! 

A Natureza tudo nos dá...visite este site:

O poder das mezinhas caseiras - Men's Health

Mezinhas contra febres, gripes, constipações e sinusites

 
100+ ideias de Mézinhas caseiras | dicas de saúde ... - Pinterest..
 
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CIDADANIA  E FILOSOFIA

 

-No Menu: O Novo Cidadão 

Os Viajantes encontram vários artigos realcionados com as questões civicas.
 

Questões do civismo

As questões do civismo, centram-se sobretudo ao nível das práticas quotidianas, nomeadamente na forma como os cidadãos contribuem ou não para a dimensão de uma ação norteadas por principios.

 
 

Abra as janelas que para Si, aqui foram expostas (ver em baixo) 

Acesso direto a modos de interpretar  a Cidadania.

 Quem sabe se Vos interessa consultar. Ajuda a reflexão. 

 

John Rawls

 
  • 1Justiça
  • 2O liberalismo político (1993)
  • 3Críticas e debates
  • 4Principais obras
  • 5Obras sobre John Rawls
  • 6Ligações externas
  • 7Referências
     
 
 
O DIREITO E A ÉTICA EM BENTHAM E KANT 

Contratualismo em John Locke - PrePara ENEM

O DIREITO E A ÉTICA EM BENTHAM E KANT: UMA ... - SciELO

 

Immanuel KantÍndice

  • 1Biografia
  • 2Filosofia, o "Criticismo"
  • 3A menoridade humana
  • 4Juízos
    • 4.1Juízo analítico
    • 4.2Juízo sintético
    • 4.3Juízo estético
    • 4.4A paz perpétua
    • 4.5Crítica
    • 4.6Metafísica e epistemologia de Kant
    • 4.7Filosofia moral
    • 4.8A geografia em Kant
  • 5Kant e a Revolução Francesa
  • 6Marcos na vida de Kant
  • 7Obras
  • 8Referências
  • 9Bibliografia
  • 10Ligações externas
     
  • Tradição kantiana aplicada à guerra no iraque - Âmbito Jurídico


  • A estrutura do argumento e a regra Maximin | LJR/UNESA

  •  

Aprofundando as teorias Filosóficas  

Ética, Direito e Política (Teoria da Justiça de Rawls)

 

Argumentos de Rawls para uma sociedade justa - Manual .

 

O problema da Justiça John Rawls

 

John Rawls: Teste Intuitivo de Justiça e Princípio Maximin

 

Filosofia Política - Domingos Faria

 

Rawls: filósofo político do século 20 - Revista Cult

 

A crítica da vertente econômica à teoria da justiça de John ...

 
 
 
 
 
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Página inicial > VOZ SINGULAR

VOZ SINGULAR

 

Sobre Nós… no ponto de vista Singular

Sim Nós! Também Vós…

 
 
Este ano ainda não tinha aberto esta minha porta virtual aqui vai uma das minhas reflexões:
 

A reflexão sobre o tempo que já passei e o que ainda  aquele que me resta é uma jornada profundamente pessoal e muitas vezes emocional. A sensação de ter dedicado tanto tempo a buscas e inovações criadas por mim,  de alguma forma, não me  trouxeram respostas desejadas ou não se alinharam com as minhas  expectativas nesta sociedade desafiante. No entanto, é importante reconhecer que essas experiências pioneiras e efêmeras moldaram quem eu fui e quem hoje sou. Eu como qualquer outra pessoa temos uma  sabedoria única, no entanto  só o tempo pode proporcionar. Eu sinto na pele o saber que o tempo me proporcionou, porque estou atenta em mim mesma.

Agora, ao olhar para trás com a tranquilidade e a serenidade adquiridas ao longo dos anos, percebo ter nova  oportunidade de dar um novo significado às minhas experiências passadas. Reatar as pontas soltas do passado não é um sinal de insucesso/derrota, mas sim de crescimento e amadurecimento. O que é o sucesso ou a derrota? É a chance de compreender que a procura incessante por ideais, mesmo que não tenha culminado nas respostas esperadas, contribuiu para uma visão mais ampla e profunda da vida. é tudo aquilo que queremos que seja na logica do real entendimento social. Um estereotipo que dá cunhos e categorias sem por isso valorizar o que é mais genuíno não fará de mim uma máquina impensante ou uma ovelha seguidora.  Ao ter a perceção do modo e procedimento do coletivo  e avaliando o meu  próprio modo de vivência, procuro ainda respostas.  Já em idade avançada gera-se uma nova perspectiva  que permite valorizar o presente e encontrar um novo sentido nas suas realizações e nas conexões que formou ao longo do caminho.

A liberdade que  menciono, de simplesmente rematar as pontas do passado, é um presente valioso na minha responsabilidade singular. Significa que eu  possa viver o agora sem a pressão constante de buscar algo além do meu alcance. As pequenas “vitórias”, os momentos de paz e a sabedoria acumulada é agora o meu foco.  Este é um tempo de colheita, onde as sementes que plantei ao longo dos anos podem finalmente mostrar seus frutos, mesmo que de maneiras inesperadas. A vida, com todas as suas complexidades e incertezas, continua a oferecer oportunidades para crescimento e realização, independentemente do tempo que ainda nos resta.

 
 
 
 
 

Cada vez que queira  expor-se  em termos Singulares esta página também é sua.

A Vós Singular incide direta ou indiratamente o coletivo  aguarda a vossa participação.

Administre por lá o fórum  de discussão  referente à sua exposição.

Nós por cá damos as nossas achegas ...

 
 

Assim chegamos a 2023 e foi assim que logo despertei com vontade de me mostrar tal como sou. Não deixou de ter uma certa graça

 
Acabadinha de acordar, a primeira foto do ano o primeiro olhar para a luz deste novo dia. Ainda estou a despertar.
Sentada no bordo da cama a pensar: Viva estou… que bom! A única verdade é que não morri em 2022 - 2023 Viva a Vida já vivida e aquela para ser vivida -É a primeira vez que me apresento sem batom, sem brincos e despenteada, que irão pensar os amigos e os menos amigos… não me interessa de um todo, aliás não estou a ser bem verdadeira, interessa-me sim que continuem a gostar de mim (os que são capazes disso). Gosto de ser gostada e quero continuar a gostar de todos (também não é assim) de quase todos, alguns esforço-me para tolerar (não é fácil para mim), outros faço logo deles membros da família. Ora que maravilha! Aqui estou eu assim sem jeito formal, até podia estar nua, se fosse bela porque não o faria. Pelo menos começo o meu dia, mostrando-me sem fantasia. Assim desejo começar o ano 2023 sem maquilhagem na alma sem preconceito do pensamento do outro, tudo ao natural. Não levem a mal, sou um pouco vaidosa de minha loucura e livre da minha aventura no desafiar o preconceito convencional. Mas… gosto do respeito e de respeitar sem jamais querer me limitar na minha liberdade de estar.
Bom recomeço para mais um ano, até mesmo para os que nunca se mostram ao natural.

Que o ano 2023 seja melhor!

É tempo de abrandar o artifício.

É tempo de acalmar a ficção,

É tempo de reclamar atenção.

É tempo de saber usar o coração.

O belo artificialismo nos cegou.

O tempo da PAZ e AMOR não chegou.

Que o ano 2023 seja transformador.

Que traga justiça à humanidade.

Que nos leve à real felicidade
 
 
 
 
Sabão Azul V
Inspiração de alento social numa época plena de conhecimentos abertos a quase todos.
Agora sim! Só não sabe quem não quer!
Mesmo assim importa aprender a querer saber.
Agora sei!
Sem exercício mental o pouco que sei baralha-se com o que muitos dizem saber. Sabem sem saber o que eu sei. O que eu sei, é que a mente tem que ser exercitada visando a divisão mental, entre a matéria e o imaterial. Sei também que estou no século XXI.
Das referencias do passado sabe-se o historial de tantos outros saberes vencidos por tanta materialização nefasta. Importa perceber que tudo mudou e ainda não se despertou para a realidade dos novos caminhos. Avistamos novos horizontes, ouvem-se ruídos de mudança. A frequência e amplitude ilimitada está surgindo a passos largos e já está em cada um de nós. Os novos caminhos apontam comprometimentos singulares, a não ser que queiramos seguir o velhos e novos caminhos divididos em duas vias a do diabo e do deus, insustentáveis em volta do que vamos sabendo.
Agora sei! Importa assumir responsabilidade individual esquecer, desprezar o malvado estereotipo social que faz das pessoas máquinas impensantes. Horror de mentalidades! As vozes dominantes enganam e embusteiam o pensar que impõe sensatez. Vivemos o tempo do maior logro da natureza humana mergulhada na hipocrisia e na mentira afundando-nos nos falsos sucessos e nos inexatos valores. Agora sei! Foco-me no meu campo mental, encontro por lá a extensão do que quero ser.
A verdade é que somos Unos em termos sociais, dependentes uns dos outros. Temos sim, que por ordem neste indecente formato de vivência, dominada por gentes imponderadas, desregradas e quase desumanizadas que subestimam a inteligência de quem quer saber e se importa com o valor da essência da vida. Agora sei! O que me rodeia faz parte da minha pessoa, e do meu destino, encanta-me mas também me amedronta, é pluralidade mais negativa do que positiva, matéria e imaterial, espiritual e terrena, energias que me embrulham como se eu fosse uma substância insignificante. Não o quero ser, e muito mais sabendo que faço parte e dependo de um todo. Todos o sabemos basta pensar...
Maria Fernanda Barradas Calado
 

 

 

 

No fundo, as coisas só morrem quando o tempo está moribundo.

Apenas no final a vida traz a razão que nunca se aprende ; mas já é tarde.

Mas a morte não é tudo. Nem pode ser !

Afinal, depois do fundo, ainda há telas por pintar enquanto existirem úteros que fazem sonhar amanheceres, cordas bambas, essências e insatisfações, onde as vestes que nos impõem não devem ter lugar e as águas dos rios oscilam, acreditando que ao longe está um mar para as abraçar e um Sol, que as perdas vai colmatar.

Luis Miguel

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Os ataques pessoais fazem-se cara a cara.
Os ataques das redes sociais e seus utilizadores fazem-se nas redes sociais, para que os utilizadores as leiam e até possam opinar.
 
Não sei se já repararam, mas não tenho muito jeito para futilidades e pior ainda alergia completa à hipocrisia socialmente falando. Faço parte dos que tudo dizem para evitar a depressão. Depois do dizer, está dito, se quiserem explicações eu dou. Se ignorarem, tando me dá. Se apreciarem fico feliz.
Voltando às redes sociais. Nada contra os cumprimentos ou as respostas amáveis. As regras simples de convivência são fundamentais a amabilidade deve fazer parte integrante da nossa vivencia, mas nem sempre e nem nunca. Até o Sol que irradia a Terra tem o seu tempo para nos iluminar. A Lua tal como as estações do ano apresentam-se com a espontaneidade da ordem natural. É também de ordem natural que na convivência facebookiana as pessoas possam dar pareceres e opiniões livres sem receio de serem ofendidas quando não ofendem. É de ordem natural e aceitável que muitos se exponham sem preconceito, dado ao direito à nossa singularidade, caso não ponham o outro em situação delicada. Respeito acima de tudo! Não sou a favor do vale tudo, e muito menos do abuso de “poder” (não esquecer que existe pequeniníssimos poderes que contaminam) . Escrever sem dar a cara é fácil demais, estar por detrás de um grupo, impulsionando e gerenciando para atingir um fim e uma medida é um esquema pouco ortodoxo. A mentira chateia, mas o pior é o embuste que visa os mais inocentes. Enfim! Até mesmo nesta relação facebookiana lá andam eles, os tais dos embustes …
Mesmo assim, considero a minha interpretação da relação facebookiana algo de positivo que nos permite alguma liberdade no convívio virtual. Faz parte dos nossos tempos. Logo a afluência às redes sociais. Páginas pessoais pois sim figuras que gerimos como assim o entendemos, podemos bloquear, convidar e fazer dela o que entendemos, afinal é um ponto de entrada e saída nosso.
Os Grupos nascem e criam as suas regras e elas devem ser respeitadas, uma vez que as normas estejam lineadas pelo administrador. Há que respeitar. Todavia não se pode deixar passar alguns aspetos abusadores de alguns grupos. Dou-vos um exemplo: existe um grupo aqui na minha zona geográfica que se está a tornar algo de prepotente no sentido arrogante e desprestigiante para as normas do que deve ser a dignidade da liberdade de expressão, já disse que defendo, e hoje até digo mais exijo respeito entre pessoas, não me predisponho a deixar para trás algo que nesse aspeto me melindre. Foi o que aconteceu.
Imagine-se que num grupo de uma aldeia da nossa Terra, não podemos nos prenunciar, nem nos manifestar livremente, só pode responder “positivamente”, ou seja o gosto e porque gosto. Se disser: - eu até posso gostar mas… de imediato é colocado no lugar, porque segundo a administração do grupo o que lá se coloca é para ser visto e não analisado, ou seja não dá direito à opinião, não se pode levantar um pouco o véu ao que se mostra. Anedotas, paisagens e imagens captadas em outros sites, ou anúncios dos administradores ainda as noticias da Junta da Freguesia da Aldeia por lá são partilhadas, sendo este o objetivo especifico do grupo. Ninguém deve participar senão for para dizer gosto ou então escrever qualquer amabilidade que agrade o promotor da publicação.
Pois, alguns até podem dizer regras são regras. Tudo bem! Acho que sim há regras sensatas há outras abusadas. Sim, temos grupos específicos cujas regras são claras e especificas e entendíveis e logo a serem respeitadas. Aqui no meu Concelho de Grândola existe um grupo que diz categoricamente não se aceitam POSTS relacionados com politicas partidárias nem comentários partidários. Muito bem! Deve ser respeitado. Agora jamais impede comentários sobre o que por lá se posta. Exemplo: aparecer uma informação de uma pessoa ligada a um partido e alguém disse: - Se esta pessoa se candidatar, eu voto nela – é um simples comentário. Ou não será assim? As imagens e qualquer feito descrito, ao serem colocadas suscitam opiniões. Não é por isso que a administradora do Grupo vai intervir a dizer que as pessoas do grupo não podem comentar. Não, pela certa, é muito mais inteligente do que isso, até porque, não está interessada na política partidária, não sente essa falta de liberdade, teve a liberdade de criar o conceito e dar a devida liberdade ao outro. Isto é um Grupo sério.
Exatamente o contrário que acontece no Grupo a quem neste texto de indignação me refiro. Uma simples aberração “democrática”. Até porque é claro que não estaria aqui a escrever á toa… se tudo isto fosse inocente. Neste grupo postam-se assuntos relacionados com as atividades de uma junta de freguesia, ainda que, por lá vi a promoção de uma lista eleitoral. Afinal temos uns administradores pouco pensantes que não querem manifestações pensantes. Por acaso se alguém pensar que escrevi alguma coisa sobre o assunto, digo-vos já que não o fiz.
Politica seletiva sim! É o que este grupo está implementando. Uma fraude e uma hipocrisia grave porque alimenta um esquema, com certeza que não é para quem dá a cara, mas sim pela certa por quem se esconde atrás. Um grupo para estimular as amabilidades e espelhar só o que se quer valorizar. Um grupo muito mais politico seletivo e radical do que parece, que utiliza o espaço com peso e medida, retirando a possibilidade de quem não se limita ao abano de cabeça. Lembro que sou contra a ofensa e ainda contra o ataque pessoal nas redes. Agora, redes oprimidas de uma liberdade condicionada a regras inconcebíveis, é arame farpado para a mente de quem ainda pensa livremente.
Justificar o injustificável, aliás, não sendo justificável é no entanto percetível aos mais atentos. Passei a olhar para o grupo que aqui me refiro, como se de um salão banal de chá se tratasse, onde seus proprietários só querem um estilo de consumidores. Até aqui o espírito até podia ser razoável, os donos selecionam quem querem ter na sua casa. Mas é claro que o meu raciocínio não me impede de querer levantar o véu. E levanto-o! Não me devo enganar por muito o que por lá, bem escondido, se está a passar. É claro que como sempre, e mais uma vez, não é quem está a dar a cara.
Aprecio gente inteligente, mas a esperteza misturada com a ambição desmedida, serve os alienados da realidade do que está por detrás do véu, é um assunto que me agride e não consente o meu silencio. Sendo que, não me importo de ser colocada à porta, porque na verdade não sou de consumir o que não me agrada, mas também não sou de me resignar ao que me desagrada…
PS: Se por acaso alguém se sentir com o que aqui relato, posso sempre explicar melhor.
Maria Fernanda B.Calado
 

Tema  em discussão no Fórum Tertuliano. Participe

O básico. O que todos sabemos. Sendo que, recusamos a focar-nos no essencial, cada vez mais damos valor ao acessório, dispersando-nos nas superioridades dos grandes entendimentos incomprovados. Nunca soubemos pensar por nós, sempre se viveu “representados” ou representando, certo é que o caminho do desenvolvimento humano está fazendo de nós uns seres formatados.. Estamos envolvidos em valores superficiais, tornando-nos reais seguidores impensantes. Esta coisa destes períodos eleitorais são para todos nós uma vergonha no que diz respeito à consideração da inteligência individual de cada pessoa. O facto das pessoas seguirem toda esta hipocrisia sem tentarem desmistificar o que está mais do que comprovado , ainda sem qualquer manifesto construtivo no sentido participativo nas questões politicas que destinam as suas vidas do dia a dia, é algo que comprova que todos estamos a tornarmo-nos “máquinas” devidamente formatadas para dar uso supremo numa nova sociedade em construção. A economia e a presunção andam de mãos dadas, juntas estão fazendo da humanidade uma escoria obtusa.
 
 
 

Maria Fernanda Calado· .Dia de ir votar. Estou desejando que tudo isto acabe. Não queria... mas verdade é que já me sinto chateada com todo este elenco. De quatro em quatro anos lá andamos neste dilema envolvente. Quer-se queira ou não, esta coisa dos "poderes" influenciam de forma direta as nossas vidas. Na nossa comunidade de Vila ou Aldeia, identificamos as pessoas, conhecemos os seus percursos de vida, temos ideias, mais ou menos certas, sobre os seus valores, na maioria dos casos até conseguimos perceber como foram entrando na politica para atingir fins de liderança. Pois...independentes ou não dependem de um partido politico. Bem, um pormenor que parece não interessar. Aliás existe tão pouca formação civica e tantos interesses individuais que nos perdemos... Por acaso até decidi ir votar. Embora já tivesse definido nunca mais cumprir com essa parte de um dever imcompleto. Voto porque quero ter "legitimidade" (não ser posta no lugar por ideias formatadas e falsos valores) quero poder reclamar o "valor" do meu voto, ainda, para me sentir à vontade com a oposição. Naturalmente, encarando que o dever civico não se limita ao voto. Mas na verdade, isso de "alguem eleger por mim" ou seja, eu ser de esquerda e ganhar a direita, no meu entender deixou de ter valor. A classe politica partidária dos dias de hoje só serve para dividir e servir o sistema implementado cada vez mais coeso entre todos os camaradas da esquerda à direita dentro da UE. Participação civica, seria sim, uma bandeira a defender. Incrivel! Todos os que defendem os valores democráticos passam ao lado do essencial. Por isso digo que me sinto chateata com toda esta hipocrisia e falta de consciência politica.

 

TEXTO DO MÊS (FORUM TERTULIANO)

 
 
Valor da Cidadania como?
Não há Governantes capazes, como não há Povo capaz... tudo advém da submissão secular de hábitos e costumes de histórias mal contadas, de abusos dos poderes, e ainda... o pior de tudo, o povo deixa-se iludir na arte e na manha do dividir para reinar. Vende-se, compra-se e manipula-se.
Só se vai dar conta desta desgraça, quando o Povo criar alguma inteligência assente na sua responsabilidade singular, aí sim. Quando os poderes perceberem que os cidadãos deixaram de serem os tais enlatados classificados por categorias recusando-se de serem usados e abusados por gente vaidosa e demasiadamente ambiciosa e em nada altruísta como assim querem fazer pensar.
Para isso será importante os cidadãos abrirem portas para alguma tomada de posição. Refletirem em volta do seu todo social, perceberem que a formatação que lhes é imposta os torna meros instrumentos de utilidade. Tudo começa na escola e na família pois! Onde andam os instrumentos? Sejamos sensatos e mais honestos. temos que aprender a saber o que se quer. Mais exigentes. De dentro para fora, debaixo para cima se faz o desenvolvimento. Os Senhores Políticos Profissionais têm que serem colocados nos seus devidos lugares. Podem ganhar poder, mas... têm que justificar com valores de cidadania. O povo tem que ser mais exigente. O Poder tem que ser mais humilde.
Todos temos que ganhar maior responsabilidade individual para que o coletivo social progrida. Não será imitando e continuando a estratégia seguida pelos poderes que iremos chegar a uma cidadania participativa. Sem cidadania participativa concreta e absoluta, nunca chegaremos ao equilíbrio dos direitos humanos ou de igualdade de oportunidades, e ainda muito menos de qualquer equidade social. O modelo representativo está ultrapassado e a tornar-se perigoso. Sobre este ultimo ponto vista, muito, mas mesmo muito se pode justificar.
 
Maria Fernanda Calado

O FLAGELO DA POBREZA NO MUNDO

POLITICA PARTIDÁRIA/PARTICIPAÇÃO CIVICA

1 - Para participar no  Fórum Tertuliano mediante os temas  basta clicar na resposta a qualquer texto que se relacione com o tema

 
 

Convite :Conto Castiço A Vida impõe à maioria das pessoas mergulhos nas prioridades quase sempre relacionados com a subsistência e obrigações que nos são ditadas desde crianças....assim seguimos o percurso das nossas vidas, porem...

https://youtu.be/XAx5-jyw3bE

 

Histórias de Vida

Maria Martinho · 

Uma parte da minha história ..

Normalmente, eu não gosto de inventar histórias. Eu gosto de escrever sobre a minha vida. Ou o que se passa na minha terra.

Ou até o que se passa no mundo.

Mas desta vez vou pôr um pouco de tudo.

Para quem não sabe. Eu casei muito novinha. Era a vida naquele tempo… parecia que as nossas mães estavam desejando de ver os filhos fora de casa.

Talvez por serem muitos,  e a miséria era muita.

Bem!  Mas… não é isso que interessa.

Vim morar para o  Lousal.. Uma terra de mineiros que muitos até  conhecem

Era uma terra com VIDA, desde a azáfama dos trabalhadores até à lida da casa que competia às mulheres.

Pelo menos eu fazia a minha parte.

Com quatro filhos, todos de escadinha, era muito difícil arranjar trabalho.

Até um dia,  o pai dos meus filhos adoecer e eu ter que ir trabalhar. Fui  para a apanha do tomate e sem ter ninguém que ficasse com os filhos.

Resultado!  Tive que os levar comigo.

Se perguntarem se não tinha ninguém de família onde os pudesse deixar, dizia que tinha é claro.

Tinha sogra e cunhadas que viviam ao pé de mim..

Mas por incrível que pareça, nunca se ofereceram para ficar com um filho que fosse.

Pasmem- se!  Ficavam com os filhos da vizinha... Os meus nunca tiveram uma avó que me auxilia - se ao ficasse com os meus filhos para eu poder trabalhar.

Quando não os podia levar comigo, ficavam fechados em casa sozinhos.

Bem, repare-se que seria se uma mãe fosse obrigado a fazer isso agora? Ficava logo sem eles.

Mas eu deixava! Tantas vezes chorando enquanto o dia não acabava, para chegar ao pé deles e ver como estavam.

Criaram se!  Graças a Deus e tenho muito orgulho nos filhos que tenho.

Hoje todos têm a vida deles.

Com altos e baixos como tudo na vida.

Hoje, Já estou sozinha. Uns dias alegres, outros muito tristes.

São mais os tristes.

Para quem  sempre teve  a casa cheia. Agora é um pouco difícil.

Mas sou uma sortuda. Quase todos eles vivem perto de mim e com bónus... os netos.

Vivo na mesma casa há mais de cinquenta anos.

Casas mineiras... casas que foram entregues  aos trabalhadores e mais tarde, dadas de mão beijada à Câmara Municipal de Grândola.

Apesar disso, todos os arranjos necessários, foram feitos por mim. Fiz tudo o que estava ao meu alcance.

Apesar de me revoltar ao  ver tantas verbas mal aproveitadas,  dinheiro jogado fora, obras e outros em  museus da treta.

Ainda, outros mamarrachos que a Câmara tem estado a fazer.

No entanto no Lousal, no essencial para o bem estar da população, nas habitações  que são da responsabilidade da câmara... Não gastam um tostão.

São telhados de amianto são forros de platex, portas e casas de banho da idade da pedra.

Onde andam as verbas para os arranjos das casas?

Há já sei! Estão no museu, ou no raio que os parta a todos.

Bem! Foi mais um desabafo. Não quero maçar mais com as minhas constatações

Até à próxima

Porque vai haver mais histórias… podem crer..,

Maria Martinho

 

 Sonhadores e Diligentes,

 
 
A Literatura, as Artes plásticas, as Tertúlias, a Gastronomia, os simples convívios e  até os Passeios são alvos que estão a serem preparados para as  atividades a iniciar quando possivel, considerando as atuais restrições sociais . 
É nosso objetivo encontrarmo-nos e trocar pareceres com todos os parceiros no tempo devido. Esperamos muito em breve.  
De momento estamos avançando com o sector dos Saberes Fazeres  tal como das Prendinhas Mensageiras, e alguns pequenos passos em Literatura, na vertente prática de execução.  
 Por algum lado  tivemos  que começar. Toda a matéria que vamos implementando será apresentada  no seu devido tempo, mostrando uma parte da vida do Clube. 
 
 Queremos crer que  a nossa diversidade e a distinção dos temas cuidadosamente selecionados, se tornarão num envolvimento de interesse geral, entre todos aqueles que apreciam a liberdade da cultura popular além do que é culturalmente essencial no acervo  cultural em geral   
Lembro que nestes  afazeres, só nos interessa o convívio, a entreajuda originando a oportunidade do Tecer e Trocar Saberes, baseados numa  articulação inteligente entre pessoas interessantes.
A PaLavrando, não tem qualquer objetivo lucrativo. Simples. Este é um projeto pioneiro!  É isto e só mesmo isto. As regras assentam na palavra, na ética e na moral de todos os membros dentro do que for acordado entre Eles.
Trocar Saberes, Fazer, Divulgar, Vender, Trocar e  até Dar, Entreajudar se assim poder ser…Nada de obrigatoriedades tudo assente no bom senso que a todos pertence. Não há representatividade. Há um sistema de divulgação e de convívio.
 Há locais que pertencem a membros da PaLavrando que se disponibilizam, haverá outros locais privados cedidos esporadicamente, pela Autarquia (Grândola ou outro Concelho).
  Na PaLavrando, entra-se e sai-se quando se quer, participa-se ou não quando se entende. Assume o participante por ordem ética o seu termo de responsabilidade nas ações em que se envolver. Não há comprometimento de qualquer quota ou de dinheiros para o Clube. A não ser para os  próprios afazeres entre  Membros (o que se verifica à medida das suas realizações e necessidades de materiais), se este for o caso.  
Numa reunião a ser agendada por sectores, onde todos podem estarem  presentes.  Saberemos o que pode ou não interessar aos membros que queiram  participar de forma  virtual ou presencial ou dos dois modos.
Tal encontro se aguarda para ser realizado num espaço ao ar livre pertencente a um dos Membros do Clube, quando houver a permissão para tal.
Serve esta missiva para Vos informar quase ao pormenor as   intenções do nosso Clube.Uma vez integrado na dinâmica, gostaríamos de saber sua intenção  de participação nos Saberes Fazeres para que os  Teceres e Trocas de Saberes ganhem a expressão necessária e pioneira neste nosso Clube.
Em anexo remete-se o conceito genérico da PaLavrando para que possam perceber na rama o sentido que procuraremos dar a todo este nosso elenco.
Por todos Nós,  Sonhadores e Diligentes.
 
 
 

Temos que saber e querer comprometermo-nos, dar-nos a conhecer. Sentir-nos livres. Ao expor as nossas convicções, responsabilizamo-nos individualmente. Neste Blogue proponho uma relação aberta. Espaço de convívio onde os argumentos possam todos eles serem alvos de reflexão. Afinal o coletivo depende de um todo do nosso comportamento singular.

 
Ainda falando de mim. Sendo a “maquinista” deste Comboio importa seguramente dar-me a conhecer de forma mais profunda. Aproveito para solicitar a todos os outros viajantes que aproveitem a viagem e façam também as suas apresentações,

 

 

Eu comigo mesma.

 
Gosto de construir os meus caminhos, desafio-me a mim mesma... entretenho-me na vida e levo a sério a vida humana. Desconfio dos valores morais e das atitudes dos homens e mulheres que debitam a torto e a direito palavras de bons valores e costumes fora de contexto e da aplicação visível e prática.
 
Desde algum tempo, para cá,  acordo abraçando o céu...  sonho com o dever de ser boa pessoa... com coisas simples e belas... sim o belo encanta-me, a natureza anima-me e o ser humano na sua  maioria não me assusta,  entristece-me e aborrece-me. Não vivo com fantasmas, não tenho medo deles, prefiro acreditar em tudo que possa ser oculto mas não quero nada com o assunto. Não tenho rancores nem raivas e muito menos ódios, se algo surgiu em meu desfavor é porque não soube ouvir o meu eu interior, porque não soube lidar com o assunto. Se hoje vivo do trabalho e muito tenho trabalhado  para a sustentabilidade familiar e empresarial  é porque não soube fazer melhor. Sem culpas, sem atribuir culpas, sem por isso deixar de me sentir  abusada  pelo sistema social. Mesmo assim,  sinto-me livre porque na verdade  levo a vida aceitando-a como um tempo que  me é dado para fazer parte de um elenco, cujo  verdadeiro ou  grande autor e responsável desconheço, aliás não me é permitido escolher o elenco.
 
Considerando que se  criou uma espece de matriz social para que o rebanho   seguisse um determinado caminho, sinto-me como se fizesse parte de um jogo  que me obriga a saber jogar para me defender de uma determinada marginalidade que não consigo vencer.  O meu papel torna-se  importante  na medida do meu desempenho dentro do cenário em que fui colocada, de certa forma foi uma escolha (menos mal) nas limitações da minha esfera.  É claro  que o mundo das ideias que nos levam às escolhas e seus derivados é infinito que as  bifurcações  terrenas são muitas que as oportunidades favoráveis e facilitadores nem sempre acontecem.
 
No entanto, que faço eu com a minha natureza humana que carrega os meus genes e sei lá mais o quê? 
Uma vez a consciência despertada  para a realidade, escolhi  ouvir-me,   seguir-me  sem preconceito com toda a liberdade possível,  uma  opção,  um  direito   à diversidade,  convicta que o entretenimento da vida deve ser conduzido de nós para nós onde todos os outros são um pouco de nós mesmos.
 
Maria Fernanda Barradas Calado

Tópico: VOZ SINGULAR

Opinião

Mariana Coutinho | 05-09-2021

olá, passei por aqui para ver se havia a continuidade da história da Senhora Maria Martinho mas vejo que não deu continuidade. Como disse gostava de vos contar um episódio da minha vida. já escrevi acha de devo enviar para aqi.
Um abraço para todos os que vão estar neste blog.

reflexão

Mariana Coutinho | 16-01-2021

Olá, posso enviar um episódio de vida ? Diga-me se pode ser por este meio. . aguardo a vossa resposta. um abraço

Re:reflexão

maria fernanda barradas calado | 23-01-2021

Olá Maria Coutinho

Como sabe o site ainda está na fase experimental, mas como pode constatar já tem bastante conteúdo, portanto quando assim o que entender pode enviar o material, é só colar na caixa do dialogo.

Até breve


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